quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Paranóia


Não soube fingir, nem disfarçar. Ele veio ofegante,  sincero de forma extrema. Meus princípios não foram testados, fui posto a um teste quem nem eu conhecia. Os alvos, de tiro certo não vi.
Minha mente se partia a cada suspiro doce e meigo. Minhas pupilas lacrimejavam de medo, aqueles olhos que me encaravam de frente, me fazia mal internamente. Meu sangue parecia ter parado de circular, meus pensamentos travaram perante aquilo, o mundo para mim tinha se resumido em tal momento que cheguei a pensar se isso era um sonho.
As partes mais distintas desse ato, não me fizeram mal, e sim me fizeram senti algo inexplicável, foi maravilhoso a sensação.
Queira saber a verdade, nossa verdade! O que nos uni de maneira tão apegada? Engasgo à seu sorriso, viajo para pasárgada só para viver o impossível.
Meus sonhos, e redescobrir as origens dessa vida, expor os verdadeiros sentimentos de um ser. Demonstrar que nem tudo que parece errado, e certo!
Posta-se aqui, uma reflexão-desabafo!

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